Honda Integra: Scooter #9
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E a escolhida é... a *Honda Integra*, nome de código NC700D!
Trata-se de uma unidade ainda de 2012, pelo que corresponde à primeira
série.
Imagem: Ho...
Feriado municipal no Rio de Janeiro, não pensei duas vezes, tinha que sair da cidade e respirar outros ares. Dentro da programação entraram um dia e meio em São Paulo, metrópole onde pude abdicar de tudo o mais e optar por um mui agradável circuito 100% scooter clássica: hospedagem na R. Gen. Osório ao lado do Latorre e da Free Willy. A oportunidade perfeita para agendar uma visita à Lambretta D'Época, templo das impecáveis restaurações de Osmani Souza. As fotos a seguir não farão jus ao lugar, que além de oficina é uma coletânea de memorabilia de diferentes décadas e um belo estoque de peças como não se vê no Brasil; diversão garantida em cada detalhe.
Tive a grata notícia de que o meu amigo Anderson do blog Lambretta Brasil poderia nos encontrar por lá e de fato chegamos juntos a oficina. Nos receberam Osmani e sua esposa Andressa, casal muito simpático que me fez lembrar os portugueses Vasco e Rita, com aquela sensação boa de uma cumplicidade franca e amizade quase instantânea - minha gratidão às motonetas mais uma vez. Andressa e minha namorada Rafaela rapidamente emendaram num bom papo, o que liberou o clube do bolinha para falar interminavelmente de Lambretta e de Vespa, tarde especial que não vejo a hora de repetir. Nem notamos o dilúvio que acontecia do lado de fora.
Acima da esq. para a dir. somos Anderson, Osmani e eu, juntos a uma Cynthia que dentro de um par de meses deve fazer a alegria de algum sortudo lambrettista. Esmiuçamos livros, gavetinhas de peças, posteres de cinema, estantes com motores e muitas ferramentas. O anfitrião tirou de fato o dia para nos mostrar o que de bom havia por lá, e entre um canto e outro revelaram-se coisas interessantes, como por exemplo uma Vespa M3 pintada no autêntico verde metálico da Piaggio, que é citado hoje no verde Portofino das modernas Vespas LXV.
No arranjo das inúmeras coisas que há neste universo quase lúdico proposto pelo Osmani nota-se o senso estético e cultural que diferenciam o restaurador do mecânico. Aquele tempero a mais que transforma o objeto velho, que furtou-se ao descarte, no antigo cobiçado que preserva em si um pouco da História que então poderá ser passada adiante. É uma arte respeitável transformar o que já é vinagre em vinho de elevado paladar. Ofício que nem ouso invejar, só me resta aplaudir. De pé.
Oficina Lambretta D’Época
Rua Apediá, n° 23-B - Jaraguá
CEP 02995-130 - São Paulo - SP
+55 (11) 3946-5675
+55 (11) 8245-0365
Rua Apediá, n° 23-B - Jaraguá
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[Foto: Leonardo Dueñas]
Nas duas últimas semanas tive a alegria de estar em minha cidade com um casal de portugueses que me fez mais uma vez ser grato à Vespa por tê-los como amigos: Vasco e Rita. O scooterista Vasco já colaborou com o Motonetas e Afins como "feliz proprietário" e com a postagem das novas Lambrettas. No entanto, o que me marcou sempre a seu respeito foi a maneira como bem escreve em seu blog Offramp, um talento que francamente invejo no bom sentido. Então chegou a boa notícia que houve uma oportunidade dos dois estarem no Rio - e de fato para cá vieram.
Entre meus compromissos profissionais e acadêmicos espremi as horas de um par de noites, um feriado e um domingo. Passeamos de carro pela cidade (uma franca heresia, mas agora tenho só uma motoneta na garagem) e desfrutamos de momentos muito divertidos juntos. Consegui também agendar com os meus queridos confrades da CRVC um rápido encontro na Gávea, quando Vasco teve contato direto com as PX200 da Motovespa do Brasil. Ao que tudo indica a minha vespinha pouco rodada passou uma boa impressão, o que me encheu de orgulho.
Vasco é membro de um Vespa clube que já caminha para os 60 anos de existência, em contraste com a nascente iniciativa carioca que neste mês completa seu primeiro aniversário. Uma boa dose de experiência foi trocada entre nós, mas o que tiro de saldo de tudo isso é o que me motivou desde o início: o que importa é estar em boa companhia a rolar bons quilômetros, sem pressa de chegar, valorizando o conviver. A scooter me liberta de muita coisa a cada acelerada e ainda me conduz para perto de grandes sujeitos. Forte abraço lusos, que o reencontro seja em breve!
[Foto: Leonardo W. Dueñas]
O cartaz é provisório e a programação ainda está em fase de planejamento, mas a organização do evento já definiu o local e a data do Santa Catarina em Vespa e Lambretta 2012.
- Local: Blumenau - SC.
- Data: 17 a 21 de fevereiro de 2012 (carnaval).
Será a terceira edição do maior encontro interestadual [e internacional] de estradas de motonetas clássicas do Brasil. Saga iniciada no Curitiba em Vespa 2010 e continuada pelo RGS em Vespa 2011, cuja localização é itinerante, determinada por um rodízio entre os clubes anfitriões. São esperados scooteristas das regiões sul e sudeste, numa celebração dessa paixão que só faz crescer em nosso país.
Maiores informações em breve no site do Clube da Lambretta de SC.
[Cartaz: Rodrigo Guimarães]
Mais uma excelente contribuição do Rubens Campos para o blog, via Fórum Motoneta Brasil, publicada originalmente na Revista Duas Rodas Motociclismo, nº 9, ano 2, de novembro/dezembro de 1975. Publicidade da B. Forte, que na época montava Vespas na Zona Franca de Manaus, destacando o ciclomotor Ciao e o incomum modelo de 150 Super de banco inteiriço e farol redondo. Foi comercializado no país também um modelo de Vespa igual a esse só que com autolube, hoje consideravelmente raro de se encontrar.
A interação e boa camaradagem do Fórum Motoneta Brasil começou a render seus frutos para este interlocutor. Dentre outros scooteristas, tive o prazer de conhecer por lá o mecânico paraibano Rubens Araujo, feliz proprietário de uma PX200, [muito bem] restaurada por ele mesmo. Após comentar sobre uma tabela da revista Duas Rodas Motociclismo de 1976, ele me presenteou com as páginas escaneadas do Guia desta mesma revista publicado em fevereiro de 1980.
Faz tempo busco imagens das Lambrettas Cynthia em sua aparência original, mas não havia tido sucesso. Para minha alegria, essa publicação apresenta todos os modelos da Brumana-Pugliesi e ainda a Vespa 150 Super da Barra Forte. Na imagem abaixo, algo interessante de observar é o fato do modelo Piaggio ter a indicativa de que saía de fábrica com o espelho retrovisor esquerdo e de que não dispunha mais da cor laranja (tijolo). As Cynthias são da versão exclusiva brasileira desenvolvida pela BP: lanterna traseira da Lambretta Li, banco de espuma injetada e ausência do acesso externo do porta luvas.
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A página apresentada abaixo é ainda mais relevante, pois nela consta o raro triciclo derivado da Cynthia, nominado na revista apenas como "Brumana Pugliesei 175". O veículo dispõe de uma exótica cobertura com limpador de para brisas e uma vigia em forma de arco, aparentemente para a luz do farol ou ainda para se enxergar a roda dianteira. É possível identificar na imagem que ele contava também com piscas, bem equipado para os padrões scooterísticos da época, numa vocação evidentemente utilitária. A Lambretta MS, ausente, aparentemente já havia saído de linha.
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Uma outra análise interessante é a dos preços, tentando transportar os valores para os nossos dias. A moeda corrente naquela época era o Cruzeiro e a inflação já engrenava numa marcha ascendente que só seria arrefecida mais de uma década depois. Desta maneira, considero interessante cotar as motonetas em comparação ao valor da Honda CG 125, no caso Cr$ 63.800,00, praticamente o mesmo da Cynthia 150. Por esta linha de raciocínio hoje em dia se poderia comprar uma Lambretta com o preço de alguma Honda CG em linha (algo entre cinco e sete mil Reais - um sonho dourado).
Vale a pena também atualizar os valores para Reais de abril de 2011, o período mais recentemente disponível. Através da ferramenta de Correção de Valores do Banco Central do Brasil, obtive os preços atualizados pelo IGP-DI (FGV) e pelo IPC-A (IBGE). Dada a inflação monstruosa que houve neste intervalo, as importâncias abaixo podem estar um pouco distorcidas, tendo como referência o preço atual de uma equivalente à Honda CG 125. Por outro lado, o que se poderia concluir também é que, em termos relativos, os veículos eram de fato mais caros naquela época. Destaque para a diferença ínfima entre os preços das Cynthias 150 e 175 - nem preciso dizer qual seria a minha opção, com 2,25 cv a mais de potência e um par de amortecedores dianteiros para incrementar a segurança nas curvas.
Cynthia 150Valor nominal: Cr$ 63.500,00Valor corrigido IGP-DI (FGV): R$ 15.240,30Valor corrigido IPC-A (IBGE): R$ 9.381,91
Cynthia 175Valor nominal: Cr$ 66.500,00Valor corrigido IGP-DI (FGV): R$ 15.960,31Valor corrigido IPC-A (IBGE): R$ 9.825,15
Vespa 150 SuperValor nominal: Cr$ 68.900,00Valor corrigido IGP-DI (FGV): R$ 16.536,32Valor corrigido IPC-A (IBGE): R$ 10.179,75
[Conteúdo de imagens reproduzido da Revista Duas Rodas Motoclismo, edição de fev/1980]
Dica que chegou pelo Facebook através da Scooteria Paulista, este luminoso de fabricação nacional faz muito vespista pensar em trazer o charme da oficina para dentro de casa. Trata-se de uma empresa especializada em produtos para bares que teve a feliz ideia de lembrar da Vespa. Para ficar perfeito, só falta a versão original italiana com a inscrição "SERVIZIO".
Ficou tentado? Para acessar o anúncio clique aqui.
[Imagem: Luminosos Bar Design]
Ao manobrar a Vespa M3 do meu amigo colecionador Marcos Tadeu durante o encontro Motos Clássicas 2011, me dei conta de que ela tinha ainda uma de suas chaves originais de fábrica. Um mimo que não poderia deixar de mostrar aqui. Me pergunto se na Europa a chave seria igual a esta da Panauto, alguém se candidata a responder?
[Foto: Leonardo Dueñas]
Não é fácil encontrar retrovisores para combinar com esse farol quase quadrado da PX200 brasileira. Gosto dos originais, mas como a Metagal há muito nos deixou órfãos de seus Prima Linea, se faz necessário partir para outras alternativas. O que domina o cenário nacional são os retrovisores da Honda Titan, com haste mais curta do que o necessário para uma Vespa; um visual que pessoalmente não gosto. A outra alternativa popular é o cromado da PX italiana, excelente, mas fica fora de contexto numa Vespa cor prata onde todo adereço é preto.
Meu par original está apresentando os sinais da idade, os espelhos começam a sair de posição com a vibração do rodar de apenas meia quadra. Eis que durante o RGS em Vespa 2011 vi a Vespa 150 Sprint Veloce do uruguaio Nicolás, com espelhos Bajaj de fixação externa. Importei da Índia um par do modelo e os instalei na Vespa. Como o passo da rosca é diferente do suporte original, lancei mão de suportes genéricos, que deixam os espelhos numa posição um pouco mais baixa.
Meu veredito para a estética está sendo mais condescendente a cada dia que passa, desta maneira vou me acostumando com o visual Mickey Mouse. No entanto, sendo os espelhos planos, acabo por enxergar constantemente mais meus ombros e braços do que o trânsito que me sucede. Digna Metagal (cujos representantes nunca respondem meus contatos), consta ainda no último item do seu catálogo os retrovisores da Vespa, por gentileza, poderia pô-los em produção novamente?
[Foto: Leonardo Dueñas]
Há postagens em que essa seção do blog deveria ser rebatizada como "Feliz Ex Proprietário", dadas algumas honrosas excessões como esta do meu amigo Heitor Azevedo. Quis o destino que ele vendesse sua PX200E 1986 meses antes de eu comprar a minha primeira motoneta, a também "ex" Bajaj Classic. Não tive assim a oportunidade de dissuadi-lo da venda e muito menos de rodarmos num único rastro de fumaça azul. Aliás, é dele o conselho "nunca venda a sua Vespa, vai se arrepender".
Embora haja duas motocicletas neste ínterim (infelizes heresias para um bom scooterista como ele), Heitor trocou mesmo o inseto por um bicho com uma garupa mais generosa e capaz de alçar voos mais altos. Tornar-se piloto de helicóptero executivo - o escritório apertado com a melhor vista do mundo - lhe dá um indulto temporário, mas reitero o convite para tê-lo de volta ao 2T inveterado de nossas vespinhas. O aguardo comandante!
Embora haja duas motocicletas neste ínterim (infelizes heresias para um bom scooterista como ele), Heitor trocou mesmo o inseto por um bicho com uma garupa mais generosa e capaz de alçar voos mais altos. Tornar-se piloto de helicóptero executivo - o escritório apertado com a melhor vista do mundo - lhe dá um indulto temporário, mas reitero o convite para tê-lo de volta ao 2T inveterado de nossas vespinhas. O aguardo comandante!
[Foto: (1,2, 4) arquivo pessoal Heitor Azevedo; (3) Helio Serra]
► Participe da seção Feliz Proprietário, enviando uma foto com sua motoneta para ser publicada no blog. Entre no meu perfil e envie um e-mail com a imagem e algumas palavras sobre você e sua motoneta.
Com uma foto dessas de apresentação, a dica cultural do confrade Sergio Mota não poderia deixar de constar no blog. Trata-se da exposição de fotografias Memórias da Cidade, em cartaz no Centro Cultural da Justiça Federal. Eu vou visitar, não só para ver ao vivo a "nega maluca" de Vespa M3, mas também para contemplar a visão ao mesmo tempo deslumbrante e bucólica do Rio de Janeiro nas décadas de 1950 e 1960.
A Agência O Globo apresenta uma coleção de imagens especiais do acervo do jornal homônimo. São fotografias clássicas, em preto e branco, que mostram o cotidiano da cidade do Rio de Janeiro, nos anos 50 e 60. A edição final é fruto de uma pesquisa que envolveu mais de 3 mil imagens, selecionadas no acervo do jornal, o qual reúne cerca de 15 milhões de fotogramas. O resultado é a exposição de 34 fotos impressas a partir de negativos no formato 120mm, considerado um clássico da fotografia analógica.
De 06/04 a 22/05
Terça a domingo, das 12h às 19h
Galerias do 1º andar
Endereço: Av. Rio Branco, 241 – Centro, Rio de Janeiro / RJ.
[Imagem: divulgação]
Eu já estava hospedado em Dois Irmãos fazia dois dias na casa do Fabio Borba, presidente da CVMC, mas finalmente a espera findou, chegou sábado, o dia oficial de abertura do RGS em Vespa 2011. A expectativa era grande em proporcionar a todos um evento inesquecível, recebendo os scooteristas num clima familiar de pura celebração. Nada mais natural então do que um típico churrasco gaúcho, no caso um costelão no Galpão Crioulo da Brigada Militar de Ivoti - fica aqui registrado o agradecimento aos brigadianos que gentilmente nos cederam o espaço.
Já cedo dois grupos de confrades foram rumo ao norte e ao sul para encontrar os comboios que chegavam pela estrada. Logo depois do almoço fui com o Fabio e seu primo Daniel para Ivoti ajudar nos preparativos do costelão, com previsão de ser servido após as 22:00 horas. A fumaceira da lenha do churrasco não dava trégua com o vento sempre apontando na nossa direção e, para ajudar em alguma coisa além do apoio moral, me voluntariei para descascar alguns quilos de cebola juntamente com o Daniel (é possível notar a expressão de satisfação dos dois com a lacrimejante situação).
Enfim a noite caiu e a festa começou, a cada grupo que chegava todos vibravam, com direito a buzinaço e aplausos. Foram assim chegando o grande número de gaúchos da região, o grupo do sul com os castelhanos da Argentina e Uruguai e o do norte com os amigos já conhecidos paranaenses e catarinenses. Não houve um padrão para os que pegaram estrada, algumas motonetas vieram rodando e outras em reboque, mas nos dois dias seguintes, entre uma quebra e outra, todas desbravaram ruas e estradas das colônias alemã e italiana.
O estacionamento já estava praticamente lotado quando Kiko chegou ao lado de sua esposa dirigindo a Kombi da CVMC, futuro carro de apoio e de divulgação, cujo estofamento foi feito por eles próprios com exímio capricho. No dia anterior fui recebido em sua casa durante este trabalho, onde desfrutei com eles de algumas delícias locais, dentre elas o mate de leite. Sabia que era uma questão de honra para o casal apresentar a VW pronta na abertura do evento, imagino que a noite anterior deve ter sido longa em Lomba Grande, mas valeu o esforço, foi um sucesso!
Os clubes estrangeiros trouxeram e expuseram suas bandeiras e faixas, foram representados por um total de 11 pessoas, todas elas hospedadas nas casas dos confrades. Vale citar a participação de: Vespistas del Plata, Los Antiguos Vespa Club e Vespa Club Córdoba. Uma experiência emocionante receber essas pessoas, um sentimento que só reforça em mim a vontade de pegar a estrada e reencontra-los em Buenos Aires em novembro deste ano. Fica também aqui registrado o meu sincero agradecimento ao Fabio Borba por ter me recebido tão bem junto com sua família por uma semana que jamais esquecerei.
Dentre os brasileiros, em termos de motonetas, predominaram mesmo os dois grandes sucessos nacionais: as Vespas PX200 e as Lambrettas Li. Já entre os de fora a variedade foi maior, com um trio impressionantemente bem restaurado de Vespas 150 1962 (modelo italiano posterior ao das nossas M4), Vespa Sprint, Vespa Sprint Veloce, LML Star Deluxe e uma variedade de Vespas PX com e sem freio a disco, inclusive uma 125 cc que sofreu um bocado com a nossa gasolina.
As boas vindas foram anunciadas em dois idiomas, onde a parte em Espanhol (ou Castellano) coube a mim. Houve uma certa comoção em aplausos logo que comecei a falar, acho que foi neste momento que a ficha caiu que tornamos possível em solo brasileiro um encontro internacional de estradas de Vespas e Lambrettas. A partir daí meus humildes serviços de intérprete foram solicitados no apelo da fome aguda dos uruguaios - que chegaram horas antes do previsto - e costelão não tem como apressar. No momento em que o churrasqueiro deu o sinal verde, todos a postos de pratos nas mãos, o sorriso voltou até ao mais sisudo dos semblantes.
Consumida até o último naco, a costela satisfez o corpo e a grata convivência nutriu a alma dos scooteristas. Como em Curitiba, todos os inscritos foram convidados a expressarem-se ao microfone. Quando eram apresentados recebiam um troféu de participação, cultura importada dos eventos motociclísticos que caiu imediatamente no gosto de todos. Abaixo uma foto minha com Rodrigo Guimarães, que criou toda a parte gráfica do evento e é o autor do emblema da Confraria Rio Vespa Clube, a qual representei com muito orgulho.
Para encerrar a jornada cada um deixou a sua assinatura no quadro "Los Piaggios" e seguiu para seu local de descanso. O dia seguinte prometia demais, vários de nós mal conseguiram dormir até a manhã de domingo, dia da colônia alemã, passando por Gramado e Canela.
[Foto: Fernando Becker, Leonardo Dueñas, Rafaela Pimentel e Rodrigo Guimarães]












































