Clever new Lambretta part from Casa Performance
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Any Lambretta owner who has worked on their own engine will know that the
front sprocket assembly can be a right royal pain in the backside. However
those ...
No universo das miniaturas diecast o descumprimento de promessas é quase tão frequente como o lançamento de novos modelos. Assim, quando algo contradiz a regra dos anunciados e não fabricados, o coração do colecionador se realegra, revigora-se em recitar bordões baratos da sabedoria popular, constatando que de fato "há sempre uma luz no fim do túnel" e que "quem espera sempre alcança". No entanto as lambrettinhas 1:18 da Solido são um esforço filosófico mais profundo de não um, mas três Lázaros simultâneos vislumbrando a luz do sol após mais de três anos de expectativas frustradas.
Bem resumido, o histórico das Lambrettas Ld escala 1:18 da Solido é assim:
- [2010] animado com a novidade a ser lançada já com atraso, coloco no ar o blog Motonetas e Afins falando do bendito modelo;
- [2010] o exemplar de pré produção é apresentado na Nüremberg Toy Fair 2010 e são anunciadas versões com acessórios, mas já fico desconfiado;
- [2011] rebobina a fita, a Solido resolveu lançar a Ld em dois modelos na escala 1:10, bastante boa para veículos de duas rodas, mas sem equivalente em nenhuma outra miniatura de Lambretta (resultando em caos na coleção) - é claro que comprei ambas, mas escondi a super feia The Lady in Red;
- [2011] rebobina a fita de novo, desta vez é a também francesa Norev que anuncia a Ld na escala 1:18, a mesma miniatura só que monocromática, mais palavras ao vento sem qualquer concretude;
- [2011] no final do ano a Solido coloca finalmente a venda no mercado as Lambrettas na escala 1:10, sepultando de vez a esperança das 1:18;
- [2013] numa total reviravolta, agora de proprietário novo, a Solido lança a Ld em três versões diferentes na escala 1:18, compatível com miniaturas de outras motonetas, como as Vespas da Maisto, por exemplo.
Eis aqui as três belezinhas que já pipocaram nas lojas especializadas e ebays europeus. Vale lembrar que esse modelo de tampa lateral com dois respiros circulares, ao que tudo indica, nunca foi fabricado no Brasil e que o ano das miniaturas não necessariamente casa com o equivalente nacional.
Lambretta Ld 125 - 1956 (#42 153 4650)
Lambretta Ld 125 & remorque - 1956 (#42 153 4700)
Lambretta Ld 125 side car - 1958 (#42 153 4730)
[Imagens: www.solido.com]
Nosso correspondente Fernando Porto recebeu duas missões do Motonetas e Afins em sua visita a EICMA 2012: o debut da Vespa 946 de produção e a cobertura do stand da LML. Neste momento olhar para a fabricante indiana torna-se até mais interessante do que admirar a vanguarda do criador italiano; atualmente as LML Star estão sendo importadas para o Brasil com regularidade e estoque de peças de reposição. Uma vez também que outro sonho de clássica revisitada, a Lambretta da nova geração CVT, nem sequer esteve presente em Milão, dando sinais de que a disputa pela marca possa estar freando o sucesso que parecia certo, faz-se gosto em apreciar as novidades da Índia.
A LML nitidamente enxerga na Star a oportunidade de fincar os pés em mercados historicamente pouco afeitos a veículos indianos - sobretudo querendo agradar o público europeu. Dos ouvidos atentos ao consumidor e olho nas restrições legais a emissão de poluentes, nasceu uma linha que vem se descolando do projeto original da Vespa PX. A ruptura de clone para tecnologia autoral foi o redesenho da parte traseira para permitir espaço suficiente para motores 4T. De fato com o recorte do vão que antes alojava apenas o tanque, somado a adição do reforço com estrutura tubular, tornou-se a Star de certa forma Vespa na metade dianteira e algo de Lambretta da torneira para trás. Literalmente abriu-se espaço na motoneta clássica para inovações, torçam o nariz os puristas, mas isto fez a gama crescer e de certa forma garantir fôlego para enfrentar legislações porvir.
Justamente arrumando novos hóspedes para o cofre espaçoso, nasceu algo que de tão verdadeiro do mercado contemporâneo de scooters parece óbvio: uma versão automática. Assim sendo, a estrela do stand da LML em Milão em cores berrantes e cheia dos acessórios de customização da marca, foi a Star automática 125cc, com
motorização desenvolvida pela própria. Com mais entradas de ar em ambas as tampas laterias e a extinção do estepe, concretizou-se o sonho dos consumidores afeitos ao amigável CVT [já viu como engatar a 1ª numa Vespa maltrata o punho de um neófito?] e que ao mesmo tempo desejam o carisma do visual retrô autêntico. Vale lembrar que Pontedera lançou uma diversidade de modelos da Vespa PK com transmissão automática nos anos 1980.
Fora o motor novo, o que faz mesmo a cabeça do marketing da LML é a variedade de cores e o investimento na linha de acessórios. Dentre algumas versões conceituais circenses cuja apresentação deveria obrigatoriamente começar por "respeitável público", a bandeira brasileira se fez presente juntamente as de bancos com as do Reino Unido e dos EUA. Na categoria país de prestígio estamos bem na fita com os indianos. Pessoalmente achei bem interessante a motoneta seleção canarinho, mas que seria bacana uma homenageando o seu país de origem, isso seria - imagino uma Star nas cores da equipe Force India de F1, por exemplo.
Oficialmente pelo catálogo há quatro linhas de acabamento disponíveis para a Star, mas basicamente são apenas variações de cor da pintura e cor do banco, que não incluem as foscas: Classic, Prestige, Glamour e Vintage. O que se vê na prática é que há desde as mais tradicionais cores sólidas e metálicas até diferentes tons pastéis para atrair o público feminino. Na mesma brochura se anuncia a "personalization 360°" num configurador online como os das montadoras de automóveis, mas até o momento da redação deste post o mesmo não existia no endereço indicado (teste aqui). Do que pude ver nas imagens em termos de customização o que mais me
chamou a atenção foram as diferentes opções de bancos. Há uma franca
citação ao novo modelo da PX, mais anatômico, os arrebitados tipo corsa e um que gostei muito, mais retrô, com costuras formando gomos.
Uma última constatação é a ausência do modelo 200i e sua desejável injeção eletrônica. Não há qualquer citação no catálogo de fábrica a esta versão de motor, as 4T manuais usam carburador Keihin, as 2T Spaco e a automática o sistema eletrônico de carburação (ECS). Seria uma aposentadoria precoce da versão candidata a rainha das LML Star?
[Imagens: Fernando Porto]
O Desafio de Motonetas chega a sua quarta edição, domingo de manhã. Segundo o organizardor Tatu Albertini, melhor que Silvio Santos.
16 de dezembro de 2012 - domingo
concentração 8:30h
Rua Armando Botasso,1200, – Betel | Paulínia-SP
Telefone: 19 3209-0910 / 9119-9895
Telefone: 19 3209-0910 / 9119-9895
contato@sanmarinokart.com.br
[Cartaz: divulgação]
Os bons amigos do Vesparaná convidam para sua confraternização de fim de ano, com direito a passeio, churrasco e rock n' roll. Vai a divulgação em cima da hora, imperdível!
[Cartaz: divulgação]






